Sem Glúten

Categoria :Sem Glúten

O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia, triticale, malte e painço e em todos os seus derivados, como a farinha, farelos, germe, etc. Ele é formado quando se adiciona água à farinha, onde seus dois componentes (gliadina e glutenina) se aglomeram para formar a massa. Conforme a massa é trabalhada, o glúten confere elasticidade, plasticidade e adesividade, permitindo o crescimento do pão, sua maciez e boa textura.

O fubá e as farinhas de milho, arroz, batata, mandioca, amido de batata e soja não apresentam estas propriedades por não conterem um destes componentes que formam o glúten. De acordo com a Lei n0 8.543, de 23 de dezembro de 1992, há a obrigatoriedade de informar no rótulo a presença de glúten nos alimentos. Isto porque diversas pessoas apresentam sensibilidade a esta proteína. Esta sensibilidade, também conhecida como Doença Celiaca, é caracterizada principalmente por vômitos, diarréias, distensão abdominal e dificuldade na absorção dos nutrientes pelo organismo. Como esta doença não tem cura, a pessoa deve evitar, de acordo com a indicação de um nutricionista, os alimentos que contenham glúten.

Assim, a pessoa intolerante ao glúten, deve evitar os produtos como pães, biscoitos, bolos, massas, salsichas, hambúrguer, salgadinhos, leite maltado e outros produtos que contenham farinha de trigo, cevada, aveia e centeio. O importante é estar sempre atento ao rótulo dos alimentos que for consumir.

As pessoas que não apresentam este tipo de doença intestinal podem consumir tranqüilamente produtos contendo glúten. Mas atente-se que estes alimentos contêm calorias e outros nutrientes.
Para saber mais, consulte sempre um Nutricionista. Ele é a pessoa mais indicada para conversar com você sobre alimentação.

Fonte: Site Médico
Michele Cristiane da Silva Votre e Ursula Pinto de Macedo Viana


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Contagem de carboidratos

Categoria :Espaço do Cliente

TERAPIA NUTRICIONAL NO DIABETES MELLITUS

Sendo o diabetes uma doença crônica, a Terapia Nutricional foi expandida e não apenas inclui avaliação e tratamento, mas também a negociação de metas, individualização do tratamento e avaliação do mesmo. A terapia nutricional deve fazer parte do tratamento como um todo, deve ser definido, prescrito e acompanhado. As teorias são traduzidas em guias práticos. As orientações nutricionais não ocorrem em apenas um dia, fazem parte de um processo contínuo. As mudanças de comportamento levam tempo e precisam ser abordadas aos poucos, por isso o acompanhamento frequente no início será necessário.

A contagem de carboidratos é uma opção de Terapia Nutricional entre outras. Na contagem de carboidratos contabilizamos os gramas de carboidratos consumidos nas refeições, proporcionando maior flexibilidade do plano alimentar prescrito, bem como maior estabilidade da glicemia. Enfatiza a relação entre alimento, atividade física, glicemia e medicação.

Os objetivos da contagem de carboidratos são os mesmos para os portadores de diabetes tipo 1 e tipo 2.

* Atingir um melhor controle metabólico.
* Proporcionar uma alimentação saudável, contendo carboidrato, proteínas e gorduras.
* Possibilitar um plano alimentar individualizado e flexível.
* Favorecer o crescimento e o desenvolvimento.
* Favorecer a manutenção do peso saudável.
* Evitar complicações agudas e crônicas.

Os pré-requisitos básicos para iniciar a contagem de carboidratos são:

* Motivação por parte do profissional e do paciente.
* Disciplina para seguir orientações e anotar informações.
* Ter noções de medicas caseiras.
* Realizar monitorização domiciliar.

Referência Bibliográfica:

Gouveia GR, Bruno LPC. Contagem de carboidratos e monitorização:101 respostas. São Paulo:Preventa, 2003. 100p.